Friday, October 30, 2009
Sunday, March 22, 2009
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Etiquetas: pintura de Margarida Cepêda
Friday, August 08, 2008
nesta galáxia formosa de Orion

Soube que Deus é tão grande
que não pode estar em toda a Parte.
O místico , o amador do Um, chama-lhe Nada.
Eu sei que tenho sete anos num candelabro
e três numa metáfora.
As dez luzes principais de Orion
ardem
em pássaros.
Nesta galáxia aprendi que tudo quanto
me ensinaram é falso
como falsos são os templos dos jardins
do tempo e do espaço.
Nesta galáxia formosa
frente ao lago das nuvens e dos átomos
é a Rosa de Orion
(Kether)
Publicado por maria azenha em 12:04 AM 5 comentários
Wednesday, March 07, 2007
círculos cantantes

(E no sétimo dia Zeus descansou )
As palavras cantam,
as árvores e os seres,
sob a forma de círculos cantantes
yin e yang
emanam do triângulo da criação
a forma eterna
de
Zeus
AUM SHRI RAM
AUM SHRI RAM
JAI JAI RAM
é a alegria
para a habitação dos deuses
(Kheter)
Publicado por maria azenha em 12:47 PM 1 comentários
Tuesday, March 06, 2007
sou senão Tu
Sou o Amor que canta
desde a 1ª revolução celeste
O Pai - Anjo é o meu som Yang
que apela pela Mãe - Yin
na câmara nupcial
E todas as coisas dançam
mediante
a melodia secreta
de
Chocmah e Binah
dois coros dois anjos
dois tronos
mediante o Um Real.
(Kheter)
Publicado por maria azenha em 1:05 PM 1 comentários
Saturday, May 06, 2006
ventos galácticos
bem sei dos telegramas dos rios
onde dormitam turbinas de energia.
bem sei que nos ocultámos dos barcos
por um truque antigo
de disfarces.
deixámos recados nos astros,
bem sei.
de resto,
ignorados pelos êmbolos do espaço,
escreveremos em minúsculas naves
em figuras de estilo
uma placa de incêndios.
diremos então para sempre,
o vento é a verdade principal dos filmes.
(Kether)
Publicado por maria azenha em 12:17 PM 25 comentários
Thursday, May 04, 2006
futuras aéreas árvores

futuras aéreas árvores aqui espelhadas
ao rés do chão das galáxias
com suas hastes inclinadas
fazem e desfazem as paisagens
enferrujam os campos
levantam os astros com suas espadas
futuras aéreas árvores aqui traçadas
tecem os corolários das máquinas
em suas iluminadas águas
regressam à potência da casa
sábias
(kether)
Publicado por maria azenha em 7:05 AM 0 comentários
Wednesday, May 03, 2006
laboratório do Nada

escrevo a poesia dos astros
a viagem das folhas numeradas
no calendário das horas.
escrevo aqui a velha história dos barcos
que se deixaram matar pelas águas.
escrevo o ruído dos átomos
nos alicates dos versos
em grandes danças de hidrogénio e hélio.
cantam
o amor subtil e multicolor
dos quarks
em espantosas letras celestes.
(Kether)
"El nacimiento y evolución de las estrellas depende de su masa. Se forman a partir de una nebulosa que se compone de partículas de polvo e hidrógeno gas. La gravedad une este material en glóbulos, cuyos centros se calientan hasta que el hidrógeno comienza a convertirse en helio por reacciones nucleares."
Publicado por maria azenha em 2:36 PM 1 comentários
Tuesday, May 02, 2006
canto urbano

canto este paradigma genial num conceito sem claves
esta numerologia divina nos braços de Euler
esta escada de palavras na teoria do Caos
pássaros de hélio e de barcas reflectidas em homero
lagos de um egipto florido
canto e respiro a genealogia destes sons actuais
traçados por hipérboles em signos urbanos
em gabinetes de vento
em moradas imortais
no silêncio de grandes oceanos
este cosmos é uma nave tele-impressa
entre o destino das estrelas
e um infinito futuro quântico
nos écrans da hipérbole
dos deuses
e da sua Árvore
(Kether)
Publicado por maria azenha em 2:44 AM 2 comentários


